O prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino Oliveira, durante o ato de posse do novo secretário da Educação, Reginaldo Paiva de Barros, na tarde desta segunda-feira (29/10), de forma contundente voltou a lamentar a “péssima situação herdada na Educação do município”, a exemplo dos “prédios sucateados”.
Após lamentar a negativa herença de R$ 300 milhões de dívidas deixadas
pelas administrações anteriores, negociar e após seis meses conseguir
tirar o nome da cidade do Cadastro Único de Convênios (Cauc), – SPC/Serasa dos órgãos públicos, o alcaide revelou que “foi pego de surpresa” com mais dívidas, entre elas, “uma junto ao Governo do Estado, na ordem de R$ 12 milhões”.
“Recentemente fomos informados
de uma dívida de quase R$ 32 milhões e agora a Prefeitura foi para o
Sarasa pelo Governo do Estado, um débito que foi feito no passado quando
de forma irresponsável utilizaram o Hospital que já tinha declarado
inexistente e fizeram faturamento deste Hospital; foi descoberto e agora
o município foi condenado a devolver R$ 12 milhões”, lamentou o prefeito que demonstrou estar triste com a situação.
Diante do vice-prefeito, secretários municipais, vereadores, profissionais da Educação e imprensa local, o prefeito Dinha Tolentino, disse ainda que a “cada dívida herdada das administrações anteriores fere com o planejamento do seu Governo”.
Em entrevista à imprensa local, o Gestor Municipal disse que “está
sendo levantada toda situação e mostrou resiliência de que todas as
medidas serão tomadas para sanar mais esta dificuldade, proveniente do
passado”. “Fomos tomados de surpresa, um débito junto
ao Governo do Estado de R$ 12 milhões, um débito da saúde proveniente do
passado e de uma denúncia que foi feita e terá uma restituição a ser
feita do Município para o Estado”, explicou.
Em seu discurso, Tolentino disse ainda que “não é fácil encontrar uma Educação com os prédios sucateados, mas hoje está muito melhor do que encontrou” e defendeu que ainda “existe
a necessidade de acelerar o processo, no sentido de que está
trabalhando para honrar os professores e os compromissos que aos longos
dos anos por negligência ou incompetência foram deixados, além dos
débitos e tantas outras situações”.
“Estamos restituindo este direito,
nem que tenhamos que mandar o projeto para a Câmara e não podemos tirar o
foco, a visão e o objetivo de construir uma educação melhor”, pontuou
Durante 1 ano e 10 meses na administração municipal, Dinha Tolentino tem investido cerca de 29% do orçamento na Educação do município. “Em
algum momento já investimos 32%, e se tiver que investir mais na
Educação, vou investir porque a Educação inicia todo processo de
crescimento e mostra que respeitamos o cidadão”, concluiu.