Fernanda Varela: o Bahia e sua sina de perder gols feitos
Contra o Botafogo, tricolor, além de contar com noite inspiradíssima do goleiro Gatito, perdeu muitas chances
Contra o Botafogo, tricolor, além de contar com noite inspiradíssima do goleiro Gatito, perdeu muitas chances
Uma das principais queixas do torcedor tricolor nessa temporada é a quantidade de gols perdidos pelo Bahia. Na final da Copa do Nordeste, o time levou o coração do torcedor à boca com tantas oportunidades criadas e quase nenhuma bem concluída. No domingo (28), a história se repetiu.
Contra o Sport, foi um festival. Gols perdidos de todos os jeitos possíveis. Uma cabeçada de Régis por cima do gol, uma canhota que bateu no lado de fora da rede e uma bicuda em cima de Magrão. Cabeçada de Edigar Junio na trave e chute que terminou em defesaça do goleiro rubro-negro. Chute torto de Zé Rafael. Allione desperdiçando.
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Edigar Junio foi um dos que perdeu gols feitos contra o Botafogo (Foto: Satiro Sodré/Botafogo) |
Contra o Botafogo, o ataque voltou a mostrar que ainda peca na finalização e que o pé precisa de calibre. O pé e a cabeça, diga-se de passagem. O primeiro tempo foi pouco criativo, é verdade. Na única chance de gol que teve, o Bahia viu Renê Júnior cabecear para boa defesa de Gatito. Mérito para o goleiro, que também estava muito inspirado.
Mas o segundo tempo foi de doer. Zé Rafael chutou rasteiro, sem sucesso. Edigar Junio perdeu chance cara a cara e chutou nos braços de Gatito. Lucas Fonseca penetrou bem na área e, ao cabecear, mais uma vez o ex-goleiro do Vitória salvou. Na sequência, Edigar vacilou e chutou em cima de Gatito um bola a um metro da linha do gol. Chances não faltaram.
Que é um time que tem potencial, é notório. E o técnico Guto Ferreira sabe disso. “O Botafogo conseguiu botar um bola lá dentro e nós não tivemos competência, né? Competência do Gatito, competência da zaga do Botafogo. Quem fez um gol, ganhou. No segundo tempo, melhoramos nosso volume de jogo e chegamos mais, mas esbarramos no Gatito. O Botafogo passou a jogar no contra-ataque, perdeu alguns gols, outros o Jean pegou e, no fim, a partida foi resolvida por uma única bola que entrou. Nossos ataques pararam ou no Gatito, ou no Victor Luís (lateral-esquerdo do Bota, que salvou chute de Renê Júnior em cima da linha). É futebol e futebol tem disso. Foi um jogo parelho. Não foi injustiça, porque isso não existe no futebol. Não fizemos gols mesmo tendo inúmeras chances. Parabéns ao Botafogo, porque eles tiveram a competência para fazer o gol”, disse o treinador após a partida.
Claro, o goleiro Gatito Fernández merece aplausos pelo que fez em campo. Cinco lindas defesas que impediram o primeiro gol tricolor. Mas não dá para ignorar o nervosismo, a ansiedade dos atletas da linha de frente.
Não bastasse a falta de sorte - ou pontaria - o Bahia ainda mostrou que jogar sem o meia Régis, que saiu machucado, faz com que o time tenha uma queda relevante de produção. São situações recorrentes, mas que podem e devem ser corrigidas o quanto antes: com reforços. O Brasileirão é longo e permite que as equipes errem, mas só nas primeiras rodadas.
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