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Por Visual News noticias
Um garoto de onze anos de idade chamado William Maillis vem sendo considerado um gênio, e no último sábado, 21 de julho, se formou na faculdade, apenas dois anos após terminar o Ensino Médio. Agora, ele reiterou que pretende provar a existência de Deus através da ciência.
“Eu quero provar a todos que Deus existe”, disse o menino prodígio há dois anos, quando concluiu o Ensino Médio e começou sua jornada no Ensino Superior. “Quero provar que Deus existe através da ciência, para que o mundo possa saber”, reiterou William Maillis, agora já formado, em entrevista ao portal Tampa Bay Times.
Filho do pastor Peter Maillis, William acredita que pode provar que a vida tenha sido originada a partir da ação de um poder maior, ao invés de um evento aleatório, como teoriza o conceito do “Big Bang”.
“A ciência e a religião não são diferentes. A ciência é uma ferramenta para explicar o mundo. A ciência não desmente Deus”, disse o garoto, que começou a montar frases completas aos sete meses, aprendeu contas de soma e subtração aos dois anos e aos cinco foi declarado gênio por uma especialista.
“Todo mundo tem dons de Deus. Eu fui dotado de conhecimento, ciência e história”, disse William à WTFS. O pai, que é pastor Igreja Ortodoxa Helênica, em Palm Harbor, afirmou que sua família agora precisa levantar fundos que custeiem os estudos do filho na pós-graduação em física, na Universidade do Sul da Flórida (USF), já que os programas federais de auxílio financeiro para os estudos não abrangem a idade de William.
Tonjua Williams, presidente da Faculdade St. Petersburg, elogiou o desempenho do menino prodígio: “Estou totalmente fascinado por William e pelo trabalho que ele fez. Ele é extremamente brilhante, muito aberto e colaborativo”, afirmou, em entrevista ao canal Bay News 9.
A próxima fase dos estudos de William são um caminho para sua meta de alcançar o PhD – o último e mais alto título acadêmico recebido por um indivíduo – aos 18 anos.
A psicóloga Joanne Ruthsatz, ex-colaboradora da Universidade Estadual de Ohio, foi a responsável por declarar William um gênio. Ela explicou que o talento natural do menino se deve ao histórico de autismo da família: “Prodígios têm esse desejo de fazer o bem. Eles estão muito sintonizados com o bem maior da humanidade”, explicou Ruthsatz.
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