Kátia Oliveira repudia triplo homicídio de mulheres em Ilhéus e defende investigação rigorosa para identificar e punir criminosos

Por Sérgio Ferreira 18/08/2025 - 20:35 hs
Foto: Max Haack
Kátia Oliveira repudia triplo homicídio de mulheres em Ilhéus e defende investigação rigorosa para identificar e punir criminosos
Deputada Kátia Oliveira

Redação

A deputada estadual Kátia Oliveira (União Brasil) repudiou com veemência o trágico triplo homicídio ocorrido em Ilhéus, no sul da Bahia, no último sábado (16), e defendeu uma apuração rigorosa do caso. Para a parlamentar, é essencial identificar rapidamente os culpados e garantir que os criminosos sejam punidos exemplarmente. O crime chocou a comunidade local e gerou forte comoção em todo o estado.

As vítimas foram Maria Helena do Nascimento Bastos (41 anos), sua filha Mariana Bastos da Silva (20) e a amiga da família, Alexsandra Oliveira Suzart (45). Elas foram encontradas com marcas de facadas em uma área de matagal, após desaparecerem enquanto passeavam com um cachorro. A deputada também ressaltou que o crime ocorreu em pleno Agosto Lilás, mês dedicado à campanha de conscientização e combate à violência contra a mulher.

“Esta tragédia atinge profundamente nossa sociedade. Reforçamos nosso repúdio absoluto a esse ato de violência e pedimos uma apuração rigorosa das forças policiais, para que os autores sejam responsabilizados exemplarmente. Foi um crime brutal contra três mulheres que não pode ficar impune”, afirmou a deputada.

Kátia destacou ainda que episódios dessa natureza reforçam a urgência de políticas públicas estruturadas de enfrentamento à violência contra a mulher. Ela lembrou a importância do cumprimento do artigo 281, inciso I, da Constituição do Estado da Bahia, que determina que todos os municípios com mais de 50 mil habitantes possuam uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).

“Este crime brutal é mais um alerta de que não podemos esperar. Precisamos fortalecer as redes de proteção, garantir o funcionamento efetivo das DEAMs, ampliar a atuação da Ronda Maria da Penha, expandir as Casas Abrigo e investir em formação e educação para prevenir a violência”, concluiu.


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