Por: Redação/Jairo Conceição
O prefeito destacou o contexto da pandemia, um momento em que a colaboração e a solidariedade deveriam superar barreiras políticas. Ele elogiou a postura de líderes como ACM Neto, prefeito de Salvador, e Rui Costa, governador da Bahia, que demonstraram união em prol do bem-estar da população. No entanto, o mesmo não pôde ser dito em relação a Eduardo Alencar.
"Nós passamos momentos difíceis quando enfrentamos a pandemia. Foi um momento que o povo sofreu tanto. Havia dificuldades de saúde, para trabalhar, as pessoas não poderiam sair de casa. Era um momento de todos darem as mãos, um momento que não tinha que olhar a questão política", afirmou o prefeito.
Diógenes Tolentino destacou a falta de suporte durante a pandemia, mencionando a ausência de ajuda para adquirir respiradores mecânicos, equipamentos, medicamentos e cestas básicas. Ele ressaltou que, durante seus sete anos como prefeito, nunca recebeu uma emenda do deputado, nem mesmo um centavo para auxiliar a população.
"Não foi o caso do ex-prefeito, que, no momento da pandemia, quando precisávamos de respirador mecânico, equipamento, medicamentos e cestas básicas, nós não encontramos nenhuma ajuda. Nesses sete anos que estou como prefeito, nunca recebi uma emenda do deputado, nem um centavo, um real para comprar um quilo de feijão para atender a população, bem como os eleitores que ele ainda tem no município", falou o prefeito.
"É uma ação muito egoísta, uma atitude que não condiz com aqueles que amam e querem o bem da população, aqueles que estão trabalhando", acrescentou o prefeito.
O descontentamento se estendeu a ações mais recentes, como a tentativa de obstruir o recebimento de recursos da Caixa Econômica Federal para investimentos em infraestrutura na cidade. Tolentino expressou frustração com a atitude do partido do ex-prefeito, que, ao invés de apoiar, agiu para impedir o financiamento de 85 milhões destinado a melhorias nas vias, incluindo a construção de uma nova avenida ligando a Via Universitária a Valter Aragão de Souza.
"Houve uma indisposição para enviar recursos para atender a população. Tivemos agora recentemente, depois de um trabalho que nós tivemos, um trabalho de quase um ano realizando tratativas com a Caixa Econômica Federal para que a gente pudesse fazer um financiamento para investir nos bairros que precisam de infraestrutura. Vimos esse trabalho junto à Caixa e demorou um ano. Quando conseguimos, com o nome limpo e todas as situações favoráveis do município, a Caixa pôde assinar o contrato no valor de 85 milhões para realizar diversas obras na cidade. A nova avenida que estamos realizando com recursos próprios precisava de apoio para intensificar a obra, que vai ligar a Via Universitária a Valter Aragão de Souza, proporcionando mais mobilidade às pessoas que moram em Góes Calmon e áreas adjacentes. Em vez de receber o apoio daqueles que são representantes legítimos, o partido do ex-prefeito entra com uma ação para impedir o recebimento de recursos que dariam mais dignidade e conforto ao povo, uma parte sendo seus eleitores. Então, observa-se que é uma situação muito egoísta", disse o prefeito Dinha.
A entrevista reveladora de Diógenes Tolentino evidencia a tensão política na cidade, destacando a necessidade de uma análise crítica e reflexiva sobre as ações dos representantes políticos em benefício da população local.
Fonte: Jairo Conceição/ vamosadiante.com.br
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